sábado, 15 de setembro de 2012

Uma idéia maravilhosa e fácil de fazer: LIXEIRA DE GARRAFA PET! Que tal inovar e colocar uma desta em sua casa, heim?? Alem de ecologicamente correta, fica linda!!

quinta-feira, 31 de maio de 2012

31 DE MAIO: DIA MUNDIAL SEM TABACO

MEIO AMBIENTE E TABACO DESMATAMENTO O tabaco, além de prejudicar a saúde de quem fuma, agride o meio ambiente, pois florestas inteiras são devastadas e utilizadas como combustível para alimentar os fornos à lenha e as estufas, que secam as folhas do fumo antes de serem industrializadas. As ações de desmatamento para a produção do fumo de tabaco contribuem de forma significativa para o desmatamento global, correspondendo a aproximadamente 5% do total desmatado nos países em desenvolvimento. Para cada 300 cigarros produzidos, uma árvore é queimada. Cada 15 maços de cigarro que chegam ao mercado sacrificam uma árvore. POLUIÇÃO DO AR, DAS ÁGUAS E MATAS A fumaça do cigarro contém mais de 4.700 substâncias tóxicas, incluindo arsênico, amônia, monóxido de carbono (o mesmo que sai do escapamento dos veículos), substâncias cancerígenas, além de corantes e agrotóxicos em altas concentrações. Imagine a quantidade de toxidade que várias pessoas fumando deixam no nosso planeta. Filtros de cigarros desprezados no chão e outros locais inadequados e, depois, levados pela chuva para lagos, rios, oceanos, florestas e jardins, demoram cerca de 5 anos para se decompor, podendo matar peixes, animais marinhos e aves que podem ingeri-los. As pontas de cigarro lideram a lista de itens mais coletados nas praias e correspondem de 25 a 50% de todo o lixo coletado em ruas e rodovias. USO DE PESTICIDAS E AGROTÓXICOS Grande parte da produção do fumo é feita por agricultores familiares. Na lavoura, trabalham cerca de três a quatro integrantes de cada família, incluindo crianças e adolescentes. Levantamento com fumicultores na região Sul do Brasil concluiu que 55% não usam equipamentos de proteção, como máscaras, luvas e botas. A pesquisa também concluiu que 48% dos familiares dos agricultores sofrem de problemas de saúde associados ao uso de substâncias químicas, como dores de cabeça persistentes e vômitos. O estudo revelou, ainda, que aproximadamente 80% das famílias se desfazem dos resíduos inadequadamente, jogando os recipientes vazios de agrotóxicos nas florestas ou queimando-os. Ainda em relação ao uso de agrotóxicos e seus efeitos, entre os fumicultores observa-se maior risco de desenvolvimento de alterações comportamentais, que podem evoluir para depressão e até suicídio. Estudo de 1996 encontrou fortes indícios da relação entre a utilização de pesticidas na fumicultura e o aumento das taxas de suicídio no município de Venâncio Aires (RS), um dos maiores produtores de fumo em folha da região. ENTRAVE AO DESENVOLVIMENTO A colheita das folhas de fumo ocorre em dezembro e janeiro, na qual utiliza-se, massivamente, a mão-de-obra infantil. Tanto que o calendário escolar da região do fumo teve que se adequar a esta realidade, antecipando o término do ano letivo ao início da safra. INCÊNDIOS 25% de todos os incêndios são provocados por pontas de cigarros acesas, tanto domésticos quanto em matas e florestas, o que resulta em destruição e mortes. Estudos revelam que entre pessoas expostas ao fumo passivo há risco 30% maior de desenvolver câncer de pulmão, 30% mais risco de sofrerem doenças cardíacas e 25% a 35% mais riscos de terem doenças coronarianas agudas. Além disso, a propensão à asma e à redução da capacidade respiratória é maior neste grupo. Um recente e importante avanço na política nacional de controle do tabagismo foi alcançado com a aprovação, pela presidente Dilma Rousseff, da Lei Federal 12.546/2011, que proibiu o fumo em recintos coletivos fechados em todo País. Com a aprovação dessa medida, o Brasil enfatiza o cumprimento do artigo 8º da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT), que determina que os países que assinaram o documento adotem medidas para proteger a população dos riscos do tabagismo passivo em ambientes públicos, locais de trabalho e meios de transporte. Segundo a OMS, a poluição tabagística ambiental, resultado da fumaça exalada pelo fumante, é a maior causa de poluição de ambientes fechados e a terceira maior causa de morte evitável no mundo. O ar poluído contém, em média, três vezes mais nicotina e monóxido de carbono, e até 50 vezes mais substâncias cancerígenas do que a fumaça que entra pela boca do fumante depois de passar pelo filtro do cigarro. No Brasil, pelo menos, 2.655 não-fumantes morrem a cada ano por doenças atribuíveis ao tabagismo passivo. O que equivale dizer que, a cada dia, sete brasileiros que não fumam morrem por doenças provocadas pela exposição à fumaça do tabaco. Fumo passivo
FONTE: INCA - Ministério da Saúde.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

"CARBONO AZUL"

Os oceanos são o coração do planeta. São eles os motores do ciclo de carbono, nitrogênio, fósforo, água, clima, etc. E o mais importante é que estes ciclos não são só ciclos químicos ou físicos – são ciclos biológicos. Não aconteceriam sem a abundante vida nos oceanos. As algas e fitoplâncton, por exemplo, são responsáveis por 70% do oxigênio na atmosfera – sem esses organismos a composição química da atmosfera e dos oceanos seria completamente diferente. Os corais, a vegetação marinha e até os animais marinhos imobilizam uma enorme quantidade de carbono. Cientistas dizem que os oceanos absorvem metade do carbono que emitimos para a atmosfera através da queima de combustíveis fósseis e desmatamento. Mas não são os oceanos – é a vida nos oceanos que faz isso! Nos últimos 50 anos, retiramos do mar 90% dos grandes peixes – enormes cardumes de…carbono! Neste mesmo período, a quantidade de fitoplâncton diminuiu em 40%. Isso reduz a capacidade dos oceanos de absorver CO2 da atmosfera, e também de produzir oxigênio. No fundo dos oceanos há grande quantidade de metano aprisionado pela baixa temperatura e alta pressão que existe nessas profundezas. Mas o aumento da temperatura da água dos oceanos, devido ao aquecimento global, ameaça liberar esse metano para a atmosfera, o que resultaria em uma catástrofe de proporções inimagináveis. O metano é um gás do efeito estufa vinte vezes mais poderoso que o CO2. Na Rússia, na costa do Oceano Ártico, o metano já borbulha até a superfície em um ritmo que aumenta a cada ano. O mesmo fenômeno foi observado pela Dra. Sylvia Earle no Golfo do México em 2010, na ocasião em que investigava os danos causados pelo maior derramamento de petróleo da história. O aquecimento global ameaça desencadear um ciclo vicioso de liberação de gases do efeito estufa que pode criar uma gigantesca extinção da vida marinha. Quando o mar se aquece, normalmente a camada superior da água esquenta mais que as camadas inferiores, e essas camadas param de se misturar, evitando também o transporte de nutrientes. Água mais quente também retém menos oxigênio dissolvido, criando enormes zonas mortas. E quanto mais CO2 houver na atmosfera, mais CO2 se diluirá na água, aumentando a sua acidez (CO2 na água se transforma em ácido carbônico). É claro que estes desastres não acontecerão da noite para o dia, mas todos os processos que eu descrevi já estão em curso. Não sabemos o quanto podem acelerar. Cientistas acreditam, porém, que um processo semelhante há 250 milhões de anos, desencadeado por processos naturais, resultaram na morte de mais de 90% de toda a vida no planeta – a maior extinção em massa já conhecida. Precisamos pensar urgente nos oceanos e no carbono azul que podem estocar – e liberar! Nossa sobrevivência a longo prazo dependerá disso.
( Por Roberto Vámos - 02/04/2012 - PLANETA SUSTENTÁVEL )

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

" N E X " Santuário das onças no Brasil

O NEX tem como filosofia proteger as nossas florestas, a fauna silvestre e promover a educação ambiental, é obrigação de toda a sociedade brasileira. Esta ação envolve a nossa própria sobrevivência porque somos parte da natureza que nos cerca e nos provê de tudo.

O equilíbrio da natureza requer de nós sabedoria, e não uma atitude de domínio.

A situação em que se encontram os felinos da nossa fauna nos sensibilizou e resolvemos dirigir todos os esforços em favor desta causa.

No início do ano 2000 foi iniciado o planejamento do NEX assim como a criação de estrutura apropriada na fazenda de propriedade de Cristina Gianni, hoje Presidente do NEX, que fez a "cessão legal de direito de uso" dos espaços físicos necessários para a implantação do projeto, em detrimento do seu próprio patrimônio pessoal.

Cientes da abrangência e complexidade deste trabalho, desde o seu planejamento e legalização até a elaboração e execução de cada projeto, enfrentamos as dificuldades acreditando que nada é impossível quando se é voluntariamente solidário.

A sensação de gratificação não tardou porque conseguimos iniciar nosso trabalho de proteção aos felinos ao mesmo tempo em que promovemos o desenvolvimento da comunidade residente no entorno da nossa sede.

Nossa missão

Na área ambiental:

Como foco principal nosso objetivo é a preservação e defesa dos Felídeos da fauna silvestre do Brasil em processo de extinção.
São oito as espécies ameaçadas que têm a nossa proteção:

panthera onca (onça pintada)
felis concolor (onça suçuarana)
leopardus pardalis (jaguatirica)
leopardus wiedii (gato maracajá)
hepailurus yagouaroundi (jaguarundi)
oncifelis colocolo(gato palheiro)
oncifelis geoffroyi (gato do mato grande)
leopardus tigrinus (gato do mato pequeno)

Na área social:

O entorno da "Fazenda Preto Velho", caracterizado como área rural, tem uma população extremamente carente e desassistida.

Além das famílias de trabalhadores, que residem nas fazendas da região, existe o Povoado de Aparecida de Loyola, formado por 87 famílias que ali fixaram residência, totalizando 465 pessoas que vivem em condições críticas de pobreza, desemprego e absoluta falta de perspectivas.
ESPECIES AMEAÇADAS:
FELINOS SILVESTRES BRASILEIROS

A Família Felidae, atualmente está dividida em três sub-famílias, 18 gêneros e 36 espécies. No território brasileiro ocorrem naturalmente oito espécies:

Sub-família Felinae (pequenos felinos):

· Hepailurus yagouaroundi (jaguarundi, gato-mourisco);

· Leopardus pardalis (jaguatirica);

· Leopardus tigrinus (gato-do-mato-pequeno);

· Leopardus wiedii (gato-maracajá);

· Oncifelis colocolo (gato-palheiro);

· Oncifelis geoffroyi (gato-do-mato-grande)

· Puma concolor (suçuarana, puma, onça-parda);


Sub-família Pantherinae (grandes felinos):

· Panthera onca (onça-pintada, onça-preta)

A sede onde está implantado o Criadouro Conservacionista fica no Município de Corumbá de Goiás, na “Fazenda Preto Velho”, a 80km de Brasília.

Telefone: (0xx61) 9223-4141

Site: http://www.nex.org.br/quemsomos.htm