segunda-feira, 26 de maio de 2014

HORTA VERTICAL: Uma grande idéia!

(Fonte: Blogger de Carol Morais, nutricionista) Olá! Você é daqueles que vive dizendo que queria ter uma horta em casa para ter sempre ervas frescas, mas não tem espaço? E quem foi que disse que é preciso ter um quintal enorme para ter uma horta?! Faz uma horta vertical! Hoje em dia, os espaços domésticos estão ficando cada vez menores, mas nós precisamos saber aproveitar ao máximo o pouco espaço que temos para encher nossa vida de alegria. Por isso que é a horta vertical é uma excelente ideia. E então, já está super animado com a possibilidade de ter as suas próprias ervas fresquinhas para aromatizar e dar sabor às receitas, ali mesmo em casa, à mão, na hora de cozinhar? A horta vertical pode ser feita em espaços super pequeninos! Numa varanda ou até mesmo na cozinha… Basta ter atenção com a luz, o ideal é que o lugar não esteja exposto ao sol por muitas horas, quatro horas seria o suficiente, porque algumas ervas são muito delicadas. Mas depende muito da erva que você vai plantar, o melhor é seguir as indicações da embalagem das sementes. Então, vamos nos inspirar?! IDEIAS CRIATIVAS DE HORTA VERTICAL 1. HORTA VERTICAL NA SAPATEIRA: Esta ideia é muito simples e criativa, basta colocar as mudinhas no lugar dos sapatos e voilá! fale-com-a-nutricionista-horta-vertical 2. HORTA VERTICAL COM GARRAFA PET: Dê um fim digno às garrafas pets, já que o que elas traziam dentro originalmente não era lá grande coisa! Use-as como vaso para as suas ervas. Você pode pendurá-las por cabos no teto (como na foto), ou fazer uma armação em madeira. Uma escada ou estrado velho de cama também podem servir maravilhosamente como suporte ;) horta-vertical-garrafa-pet 3. HORTA VERTICAL COM TUBOS DE PVC: Esta ideia também é super prática e barata. Escolha um tubo de PVC de 100mm, corte-o (como na foto) e pronto! Você pode prender na parede com cabos na altura que desejar. Se quiser dar mais graça à sua horta vertical, você pode pintar o tubo! Mas pinte depois de cortar e antes de fazer a horta. fale-com-a-nutricionista-horta-tubo-pvc CUIDADOS PARA PREPARAR AS MUDAS DA HORTA VERTICAL Independentemente do que você for plantar, é importante colocar argila expandida, antes da terra com o composto orgânico, que é para a terra não ficar encharcada e as raízes não apodrecerem. E lembre-se: nada de agrotóxicos! E então, o que você vai plantar na sua horta vertical? Cebolinha, salsa, alecrim, manjericão, hortelã…

sábado, 17 de maio de 2014

VOCÊ pode salvar a Amazônia!

Exploração madeireira seletiva & degradação
(Fonte: Greenpeace ) A exploração madeireira seletiva é um importante agente de degradação florestal. É bem documentado que a extração seletiva de árvores de mogno na floresta amazônica primária foi um grande impulsionador do início do processo de fragmentação da floresta até o comércio dessa espécie ser estritamente controlado em 2003 pela CITES, o que reduziu substancialmente a escala do problema. A exploração madeireira de mogno também foi o primeiro passo em um processo de colonização envolvendo agricultura e queimadas. Colonos avançaram ao longo de uma estrada construída por empresas, desmatando áreas abertas pelos madeireiros e convertendo-as em lavouras e pecuária. O assentamento agrícola ao longo de estradas leva à degradação e, finalmente, ao desaparecimento da floresta nativa restante. Mesmo que o comércio de mogno tenha sido controlado, a extração seletiva de madeira continua a ser um enorme problema na Amazônia, com consequências semelhantes. Se não for controlada, a degradação da floresta acabará por levar ao desaparecimento de áreas inteiras de floresta. Um dos principais impulsionadores da degradação, hoje, é a demanda por espécies de alto valor, tais como o "ipê". Ipê – o novo mogno O grupo de espécies conhecidas como ipê (Handroanthus spp.13) tem sido considerado como o “novo mogno” por serem madeiras altamente procuradas e valorizadas no mercado, além de estarem sendo coletadas de forma muito semelhante14. Uma árvore grande de ipê apresenta flores cor-de-rosa, roxas, amarelas ou brancas brilhantes em setembro – distinguindo-se do resto das outras árvores da época. É uma madeira valiosa e conhecida por sua durabilidade, força e resistência natural ao envelhecer. O ipê cresce na Amazônia em uma área de dispersão, aparecendo, em média, uma árvore a cada dez hectares15. Isto significa que grandes áreas de floresta precisam ser abertas para acessar esta espécie valiosa. Ironicamente, o ipê é sobretudo conhecido por ser uma árvore plantada em diversas cidades brasileiras. É considerada a “espécie típica do Brasil”, e parte integrante da história indígena como a madeira usada para a fabricação de arcos e flechas. A casca do ipê também é conhecida por suas propriedades medicinais pelas indústrias farmacêuticas e pela medicina tradicional, além de ser usada como remédio para úlceras, câncer e artrite, entre outras doenças16. A madeira do ipê tem sido considerada a melhor opção para a produção de pavimentos comerciais e residenciais, frequentemente dada como uma alternativa “verde”, pois não requer tratamento com produtos químicos tóxicos. No mercado do “faça você mesmo” (“do it yourself”), o ipê – também conhecido como noz brasileira ou lapacho – é vendido como deques e pisos. Nos Estados Unidos, é usado por muitos píeres icônicos e calçadões em lugares como Nova Jersey, Califórnia e Nova Iorque (incluindo a Ponte do Brooklyn). Na Europa, ele tem sido usado como pavimentos em edifícios importantes, incluindo o World Trade Center em Genebra e a Biblioteca Nacional de Paris (Bibliothèque François Mitterrand). No Brasil, o ipê é encontrado em muitas cidades e recentemente foi usado como piso na Biblioteca Presidencial do Palácio do Planalto. Mesmo deixando de lado o impacto da exploração madeireira ilegal, espécies de ipê estão em sério risco de sobre-exploração. As empresas madeireiras têm permissão para derrubarem 90% das espécies de tamanho comercial já adulto, com um segundo corte permitida após 35 anos. No entanto, estima-se que, depois de uma derrubada inicial de 90% das espécies, levaria pelo menos 60 anos para uma única espécie (Handroanthus impetiginosus) recuperar os volumes comerciais nos níveis da pré-colheita. O ipê é hoje a madeira tropical brasileira mais valiosa, e está entre as mais caras no mundo. Enquanto os volumes de ipê colhidos e exportados diminuíram nos últimos anos, o preço continua a aumentar – o que tem direcionado os madeireiros cada vez mais para dentro da floresta em busca dela. Esta prática madeireira ilegal ocorre por falta de governança em áreas públicas, terras indígenas e outras áreas protegidas; falta de capacidade de controle e execução pelas autoridades locais; alta demanda por madeira, incluindo espécies de alto valor; compensação ilegal de madeira ilegal; uso indevido de inventários dos planos de manejo florestal e a “lavagem” da madeira ilegal através de documentos autênticos – nomeadamente através da criação de créditos virtuais de manejo florestal aprovados, mas de planos florestais não controlados. O sistema de controle do setor de madeira brasileira na Amazônia é fraco e facilmente explorável. Estudos têm demonstrado grandes discrepâncias entre as áreas autorizadas e aquelas efetivamente exploradas27. O sistema de licenciamento e controle dos planos de gestão florestal oficiais em âmbito nacional é estruturalmente falho, levando ao crime sistêmico no setor de registro. Grandes quantidades de madeira ilegal entram em mercados nacionais e internacionais de madeira após serem lavadas, apesar do uso de “documentos oficiais”. Os madeireiros são capazes de fabricar documentos de autorização legal para lavar madeira ilegalmente. De acordo com o IBAMA (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis), a agência ambiental federal responsável pelo monitoramento, fiscalização e controle das atividades florestais, somente nos Estados do Maranhão e Pará, quase 500 mil m³ de madeira serrada apresentaram documentos fraudulentos em 2013 – o suficiente para carregar 14 mil caminhões. Dada a magnitude da fraude e corrupção, não há dúvida alguma que documentos administrativos emitidos no Brasil para certificação da legalidade da madeira são totalmente ineficientes e não podem ser considerados como evidência de legalidade. VOCÊ PODE MUDAR ESTA REALIDADE! ASSINE A PETIÇÃO NA PÁGINA: http://www.chegademadeirailegal.org.br/?utm_campaign=Timber_Launch&utm_source=referral&utm_medium=facebook_post&utm_content=15mai